Críticas no Santos: gramado do CT Rei Pelé revolta comissão
O problema com a qualidade dos gramados no Santos vai muito além das conhecidas falhas na Vila Belmiro, que sofreu recentemente com acúmulo de água devido a uma forte chuva na partida contra o Bahia.
Buracos no CT Rei Pelé Além do estádio, o campo principal de treinamentos utilizado pelo elenco profissional apresenta desníveis e falhas visíveis, gerando insatisfação interna nos bastidores.
Estratégia para evitar reclamações Para lidar com a frustração dos atletas durante as atividades diárias, o comandante alvinegro adota um discurso voltado à superação e ao estímulo técnico.
– Eu vou falar uma coisa que vocês vão achar que é piada, mas eu tenho treinado em campo ruim. Aí não faz mal jogar em campo ruim, já estou adaptado. Eles [jogadores] vão reclamar, e eu falo: não – disse o treinador.
– Eu sou adepto a uma coisa: o campo ruim favorece o jogador técnico. O cara que não tem a técnica, já domina mal no campo bom, imagina no campo ruim. E o cara que tem a técnica, no campo ruim ele tem o dom de dominar, arrumar uma bola errada, ele é favorecido em algum momento. Não estou defendendo campo ruim, mas é o que eu falo para eles para eles não ficarem chorando, é isso o que a gente tem – completou.
Impacto no estilo de jogo Apesar de tentar minimizar o impacto, a comissão técnica reconhece que o piso deteriorado prejudica o estilo de jogo de uma equipe composta por atletas leves, focados em dribles e tabelas rápidas.
Planos de reforma para o futuro A diretoria santista planeja realizar intervenções profundas tanto na Vila Belmiro quanto nas dependências de treinamento ao término da temporada, em dezembro, visando a instalação de um piso híbrido.
Enquanto as melhorias definitivas não saem do papel, o clube segue administrando os problemas estruturais e se prepara para os próximos compromissos cruciais pelo Campeonato Brasileiro.
Fonte: GE — Geral