Carol Portaluppi expõe áudio de bronca de Renato Gaúcho por furo
A influenciadora Carol Portaluppi abriu as portas de sua residência em Ipanema, no Rio de Janeiro, para revelar os bastidores da sua relação com o pai, o técnico Renato Gaúcho. Entre os assuntos abordados, a gaúcha expôs um áudio hilário contendo a bronca que levou após anunciar o retorno do comandante ao Grêmio antes da hora oficial.
Os bastidores do anúncio antecipado O episódio curioso aconteceu quando o comandante acertou sua volta ao tricolor gaúcho. Ansiosa com os pedidos da torcida, a criadora de conteúdo acabou publicando a novidade diretamente no perfil oficial do pai no Instagram, apagando a postagem logo em seguida. A atitude gerou uma reação imediata do treinador através de um áudio no WhatsApp.
— Foi uma falta de comunicação entre eu e meu pai. Ele falou: “Carol, fechei, está tudo fechado”. E aí eu pensei: “Bom, fechou, eu posso comunicar”. E a torcida do Grêmio já estava me perguntando muito, isso me deixa muito ansiosa. Eu tenho esse problema.
— Só que eu ainda perguntei para o meu pai: “Posso postar uma foto?”. Ele disse: “Pode”, só que não entendeu que era no Instagram dele, postar oficial. E deu no que deu. Dois minutos depois, ele me mandou um áudio e me deu uma bronca.
— Carol, você botou no Instagram que eu fechei. Tira aí, Carol. Quem tem que botar sempre primeiro é o clube. Mas é brincadeira. C! — falou o treinador em áudio.
Gerenciando as redes sociais do pai Além do furo de reportagem caseiro, Carol também é a responsável por administrar a presença digital do experiente treinador de 64 anos. A parceria profissional começou após um pedido direto do próprio comandante, embora a remuneração tenha sido uma exigência imediata da filha.
— Ele me ligou e falou: “Carol, eu preciso que você mexa no meu Instagram”. Eu falei: “Tá bom, vai me pagar quanto?”. Porque eu não faço nada de graça. Demanda tempo, trabalho, principalmente com ele. Porque ele não me ajuda em nada. Ele não quer gravar nada, ele não quer fazer um vídeo, ele não sabe, né? Ele não aceita a minha ajuda — disse ela.
Pressão e momentos difíceis na carreira Apesar da proximidade e do bom humor ao expor o dia a dia, a vida de filha de uma figura pública do futebol traz grandes desafios emocionais. Períodos de crise nos clubes comandados por Renato costumam gerar forte pressão externa, refletindo diretamente na rotina familiar e exigindo acompanhamento psicológico.
— Foi bem complicado, eu lembro que eu não saía de casa direito. Comecei a fazer terapia três vezes por semana porque era muita pressão e muita cobrança em cima de mim por eu ser muito ligada ao meu pai. Quando o time perdia, as pessoas me cobravam, sendo que eu não tinha nada a ver com aquilo.
— Eu estava sofrendo muito na rua com essas pressões. Às vezes, as pessoas perdem um pouco a mão. Então, eu estava sofrendo bastante coisas que não eram legais. Eu dei uma pausada na vida. Eu não ia para a academia, eu não fazia as minhas coisas rotineiras porque estava bem complicado andar aqui. E eu não acompanhei meu pai nos jogos do Flamengo porque ele não deixava, então não foi uma época que eu o acompanhei no trabalho.
Identificação especial com o tricolor gaúcho Mesmo nascida no Rio de Janeiro e tendo vivenciado passagens do pai por diversos outros clubes brasileiros, Carol mantém uma relação de profunda cumplicidade com a torcida do Grêmio, destacando o respeito e o carinho mútuo construídos ao longo de mais de três décadas de história no futebol.
– Eu tenho muito amor e muito carinho pela torcida do Grêmio. Eu passei muitos anos convivendo com o Grêmio, eu nunca morei lá, mas ia muito, e vivi muitas coisas com eles… títulos, jogos, momentos na Arena, nos treinos… Isso me ajudou a ter uma identificação, um carinho, e uma relação muito próxima e eles desde muito nova. De fato, é a torcida que eu tenho mais amor, criando um vínculo e uma proximidade muito grande. Me respeitam muito, principalmente nas derrotas, porque eu não tenho nada a ver com isso (risos) — declarou.
Fonte: GE Futebol