Futuro incerto: Alisson completa quase três meses sem atuar no Flu
O volante Alisson vive um momento de total incerteza no Fluminense. Afastado dos gramados e lidando com problemas físicos, o atleta está próximo de completar três meses sequer figurar entre os relacionados do técnico para as partidas da equipe.
Histórico de lesões e tratamento
A última vez em que Alisson apareceu em uma lista de relacionados ocorreu em agosto, durante o confronto de ida pelas oitavas de final da Copa do Brasil, ocasião em que permaneceu no banco e não foi acionado. Dias depois, o clube emitiu um comunicado oficial informando que o atleta lidava com dores na região do quadril, iniciando um processo intensivo de recuperação no CT Carlos Castilho.
Desde então, o meio-campista tem passado por etapas de transição e preparação física, buscando retomar as condições ideais para voltar a integrar os treinamentos regulares junto ao restante do elenco principal.
Expectativa frustrada no meio-campo
A chegada do jogador em março ocorreu após tratativas que não avançaram com o Corinthians, culminando na saída do atleta do São Paulo rumo ao Rio de Janeiro. A indicação contou com o aval do então técnico Zubeldía, com quem o atleta já havia trabalhado anteriormente. Sua melhor sequência aconteceu entre abril e maio, somando 12 aparições oficiais e uma assistência com a camisa tricolor.
A saída de Bernal no meio do ano abriu espaço para que o volante ganhasse protagonismo na rotação da equipe, disputando posição com Nonato e Otávio. Contudo, a gravidade do problema físico brecou essa evolução, deixando o atleta quase cinco meses sem atuar — sua última aparição em campo aconteceu em 9 de maio, diante do Vitória.
Perspectivas para 2027
Diante desse cenário de longa inatividade e pouca sequência ao longo do ano, a permanência do jogador para a próxima temporada é considerada improvável. O contrato de empréstimo estabelece uma cláusula de opção de compra estipulada em 2,5 milhões de euros, montante equivalente a cerca de 15 milhões de reais, valor que o clube carioca não deve investir pelo atleta.
Fonte: GE Futebol